* Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta *

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"PIMENTORIUM IN ANUS OUTREM REFRESCUS EST"

sexta-feira, outubro 05, 2012

Imagem inédita do apagão do PT.

O DESgoverno da presidANTA Dilmarionete Ducheff, disse que vai baixar as tarifas de eletricidade para o consumidor.
Mas ela não disse que vai cortar a energia esporadicamente para manter o equilíbrio nas contas do país que foi o penúltimo colocado em crescimento na Amérdica Latrina e o último dos Brics.
Eita, gerentona alucinante e comPTente que está na direção dessa barca furada chamada Brasil!!!!
Em ano de eleição, se a oposicinha estivesse no poder e os apagões acontecessem, a militontância PTralha estaria dando cria a filhotes de cachorros Pequinês acusando o FHC.
Mas como a oposicinha está em greve desde 2003, e quem DESgoverna a pocilga são as Ratazanas Vermelhas, estes apagões são culpa do governo anterior....ao anterior.

E vamo que vamo reforçando os estoques de velas para garantir a iluminação de casa, ou para orar pelas almas.

E por falar em apagão... 
Os alienados ufano patriotas da bola Tupiniquim, tiveram surtos de indignação pelo fato do jogo entre a CELEÇINHA BRASUCA e a pujante seleção da ARGHentina ser cancelado por conta de um APAGÓN Portenho. 
A partida final do campeonato de cuspe a distância disputado entre as duas seleções vai ficar para outro dia. 
E por enquanto o BRÉJIL é campeão, segundo o cara de areia mijada e PTralhão mór do futebol Tupiniquim, Andrés Semsanches. Tai mais uma mostra da malandragem e malemolência dos dirigentes da bola, querem ganhar até torneio "meia boca" no grito.
E a cidade de Resistência, pelo visto não resistiu ao ufanismo dos sem noção de sempre e preferiu queimar...a Resistência.  Puts...

E PHOD@-SE!!!

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Um comentário:

Roberto Manhães disse...

Justiça bloqueia bens do casal Garotinho e de mais 17 pessoas
Acusação é de desvio de verba quando Rosinha e o marido foram governadores
VERA ARAÚJO 5/10/12 - 23H21 – O GLOBO

RIO - Com o registro de candidatura à reeleição pendente, a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho (PR) sofreu novo golpe. A Justiça concedeu liminar bloqueando todos os bens dela, do marido Anthony Garotinho e de mais 17 pessoas acusadas de desviarem R$ 1.061.124,63 dos cofres públicos em favor de campanhas eleitorais do casal. Coube ao Ministério Público Federal (MPF) o pedido de tornar indisponíveis os bens móveis e imóveis dos réus para a garantia da devolução do dinheiro. As verbas teriam sido desviadas quando foram governadores do estado do Rio: Garotinho de 1999 a 2002 e Rosinha nos quatro anos seguintes.

O procurador da República do Ministério Público Federal Edson Abdon Peixoto Filho não quis listar os bens encontrados em nome do casal Garotinho porque o processo está em segredo de Justiça:
— A decisão para o bloqueio dos bens tomou por base todo o levantamento feito pelo Ministério Público Federal. Houve provas suficientes da ilicitude. Foi criado um esquema que se repetia em todo os estado para financiar a campanha de Anthony e Rosinha Garotinho.
Dentre os réus, há funcionários e dirigentes das empresas sem fins lucrativos Fundação Escola Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (Fesp/RJ) e do Instituto Nacional de Aperfeiçoamento da Administração Pública (INAAP). Eles estão envolvidos na contratação irregular, com dispensa de licitação, da Fesp através da CPRM — empresa que presta serviços geológicos —, para o cumprimento de atividade para a qual esta não tinha competência para executar. Por esse motivo, houve a subcontratação de outra empresa, a INAAP pela Fesp, sem que tivesse previsão no contrato originário e novamente com dispensa de licitação. O procedimento foi realizado em janeiro de 2004 para a prestação de serviços necessários à continuidade ou finalização de projetos ,como o sistema de informações sobre contenção de encostas prevenção a inundações no estado.
Financiadoras de campanha
De acordo com a ação de improbidade administrativa proposta pelo MPF, os réus atuaram com o objetivo claro de desviar recursos públicos. Isso fica evidente porque as pessoas jurídicas acusadas no processo judicial aparecem em inúmeras apurações como envolvidas em esquemas de financiamento de campanha eleitoral. Além disso, o MPF questiona o efetivo cumprimento das tarefas contratadas, já que tanto a CPRM, Fesp e INAAP não encaminharam documentação de que executaram os contratos.
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